domingo, 25 de janeiro de 2009

Segundo Dia - Aracaju


Não me recordo bem onde parei no último post, a internet do Hotel está horrível, e eu acho é pouco, afinal, 11hs da manhã não é hora de ficar preguiçando.

Na sexta a noite quando chegamos, depois de nos alojarmos, tomarmos um banho renovador saímos para ver a orla da praia e jantar num restaurante cuja especialidade são batatas recheadas do tipo suíça, como aquelas que podíamos saborear no Iá Batata. Um prato para duas pessoas foi suficiente para quatro e ainda sobrou um pouco, cervejinha de leve para aliviar as tensões. Depois desse programa light ninguém tinha disposição para fazer mais nada. Hora de descansar.


Na manhã seguinte foi dia de praia, pegamos nossas guias e fomos para a praia de... Sabe que é difícil dizer quando termina uma praia e termina outra, não há limites ou acidentes geográficos que possam delimitar bem uma praia da outra, diferente do que costumamos ver em Natal e região. Certo é que há uma barraca de nome Parati que estava lotadíssima, não havia mais uma mesa sequer, a solução foi ficarmos numa barraca ao lado, que aos poucos foi ficando lotada também, mas quando chegamos ainda havia bastantes lugares. Demorou muito e percebemos o razão disso. Entenderam? Demorou muito, o primeiro pedido demorou uns 40 minutos para ser atendido. Eu acho que o garçom era baiano, descansado demais, não resolvia nada para ninguém, e suas colegas sequer o ajudavam, pois aquelas eram as mesas dele. Parecia um serviço público, ninguém estava ali para servir a clientela, mas tudo bem estou de férias e pacientemente aguardei minha cajaroska e as Lambretas que a uns 13 anos não comia. Delícia.




Enquanto os colegas que trabalham para a barraca pareciam ignorar nossa presença, os vendedores ambulantes esbanjavam simpatia e atenção, oferecendo provas dos seus amendoins cozidos a todo instante, acho que tive que dizer não umas 115 vezes, como assim diria meu amigo Bobinho. Amendoim era o carro chefe, mas tinha Ótica ambulante e vendedores de Gadgets.

Não vou dizer que as praias são lindas porque para quem vem de Natal e está na espectativa de chegar em Maragogi e Porto de Galinhas, é melhor que eu seja imparcial. A faixa de areia é imensa para os padrões nos quais estou mal acostumado, areia fina e dura, o mar começa marrom, fruto do deságue das águas do Rio Sergipe e seus afluentes, mas logo toma uma tonalidade azul escura e mais a frente ainda está toda enfeitada com plataformas de petróleo.

Depois que conseguimos queimar as costas de Victor e nossa paciência se esgotou com o atendimento partimos para um city tour. Não lembro o nome de todos os lugares que fomos, mas temos fotos de tudo. Mirante, Ponte do Imperador, Mercado de Artesanato e outras coisas, tem até uma ponte Newton Navarro. Na verdade, com outro nome, mas há uma Ponte de Todos igualzinha aqui, talvez só mais extensa e mais baixa. Seguimos para o parque da cidade onde demo uma bela caminhada, lá há um zoológico, tiramos fotos belíssimas de alguns animais. É interessante ver o pessoal fazendo pic-nic no parque, tipo aquela coisa que a gente vê nos filmes que mostram alguma coisa do Central Park, vêm grupos de amigos ou familiares, estendem um pano no chão e ficam ali deitados, sentados, conversando. Acho que em Natal o pessoal é tão fresco que nem no chão senta com nojo... No parque há também um teleférico que nos leva a um ponto mais alto onde tem uma imagem da padroeira da cidade, Nossa Senhora da Conceição. Lá de cima é possível ver uma vista panorâmica da cidade, do Parque dos Coqueiros que é do outro lado do Rio Sergipe e do marzão azulado.










A essa altura os estômagos começam a avisar alguma coisa e aquela sensação de vazio nos preenchia, acho que era hora de comer. Como ninguém queria almoçar, já eram mais de quatro horas da tarde, fomos ao Shopping Jardins para comer alguma coisa rápida na Praça de Alimentação. Shopping bacana, acredito que maior que o Natal Shopping. Não vou comparar com o Midway porque shopping que é shopping tem que nos dar uma chance para se perder dentro dele e não no estacionamento.

Depois do enfado do dia era hora de descansar e se preparar para o by-night.

sexta-feira, 23 de janeiro de 2009

Partimos...




Estimados leitores, a viagem foi longa, cansativa e divertida, por si só já valeu a viagem. Realmente ontem não dava para escrever, era muita coisa na minha cabeça o pouca energia no meu corpo, então agora de manhã eu posso tentar contar mais ou menos o que foi que aconteceu. 
O que esperar de uma viagem toda planejadinha, com cada palmo de chão medido? Que dê tudo certo é claro! Só que comigo não é assim, mal saí de casa e já errei o caminho, eu explico.
Saímos no horário certinho, antes das 6:00 já estávamos passando por Parnamirim, todos felizes e empolgados, piloto, co-piloto e comissária de bordo. Papo vem, papo vai, entramos para Monte Alegre, seguimos para Brejinho, continuei em frente esperando por Santo Antônio quando algums minutos e imagens engraçadas depois me aparece uma mega máquina e uma mega obra de duplicação da estrada!! Como pode, estão duplicando essa estrada também?? Aí olhando mais um pouco mais ao norte em direção do horizonte eis que eu vejo a cidade de São José de Mipibú. Confesso que não quis acreditar, por um instante o sangue me subriu à cabeça, mas me controlei, quantas centenas  de quilometros ainda não estavam por vir, quantas vezes eu não estaria fadado a errar o caminho, por sorte mais nenhuma, depois dessa tapa na cara, 40 km jogados no lixo e um pouco de música para mater a animação tudo deu certo.

A pegunta que ficou no ar: 2 GPS, uma Guia de Estradas e três pessoas chegarão ao destino?

Eu falei em imagens engraçadas, posso citar duas: Você sabem como são as coisas no interior, tudo muito calmo, tranquilo, cachorro se coça no meio da rodovia com se não acontecesse nada, criança pelada com uma mão segura o pinto e a outra põe na boca, acredito que depois eu troque as mãos, a da boca vai para o pinto e a do pinto vai para a boca.

Por causa da pequena falha além de alguns quilometros perdemos também alguns minutos, na verdade quase uma hora, pois chegamos às 11:30 em Caruarú e a espectativa era de se chegar uma hora antes. Se eu conhecia a cidade eu não me lembro mas ela superou minhas espetativas, grande, onganizada, diria que sinalizada, pois precisei de ajuda dos locais para chegar à:

Já aqui, não houve espectativa nenhuma superada, primeiro de tudo: cadê as pessoas? A feira estava vazia, pelo menos a gente pode andar tranquilamente. Grande? Sim, é bastante grande e organizadazinha, pois parece que as lojas são setorizadas, roupas por aqui, calçados por ali, frutas lá na frente, carnes, cereais e verduras lá no final e gadgets perto do canal, e que canal mal-cheiroso. Vitão, esperto que é, já se aproveitou para se isentar de uma de suas obrigações. Defrotne à feira há uma espécie de shopping com mais roupas e mais mal-cheiro, uma das placas dentro dele indicava para uma praça de alimentação, já era uma hora da tarde e a fome estava começando a apertar, você podem imaginar o que foi o lanche durante a viagem. Pois bem, a tal praça de alimentação, não tinha um McDonald's sequer, pode uma coisa dessas? Na verdade parecia que haviam aberto uma fossa por alí, eu fiz aquela minha carinha de abuso peculiar e na mesma hora Fabiana percebeu e deu meia volta, saímos todos correndo dali...

O bom de viajar tranquilo é que você economiza combustível, até então já havíamos percorrido 430 km e sequer a luz da reserva havia feito menção de acender, mas já estava na hora de abastecer mesmo, a média ficou em 10,2 km/l para a primeira metade da viagem.

A mocinha do posto nos apontou um restaurante no sentido de volta à cidade, mas eu queria um em direção ao sul, não queria mais voltar para aquele fedor. Daí eu disse que para o outro lado também tinha um bom, a 1600 m, foi o que indicou meu hodômetro parcial.

Chegamos a uma churrascaria na beira da estrada, adoro esse tipo de coisa! Novilho na Brasa era o nome do lugar, o cheiro que este exalava condizia com o horário do almoço, imagine aquele aroma picanha maturada com sangue ainda escorrendo pelas suas entranhas saindo do fogo, ficou com água na boca? A gente também! O ambiente muito agradável, tinha um casal fazendo um som muito legal, o muleque bem desenrolado no teclado e no violão (esse precisava de ajuste, eu só ouvia os bordões) e a mulherzinha com sua voz aguda e suave. Como tinha que ser comemos uma picanha, na verdade meia picanha para não ficarmos muito pesados.

Um gelinho no cooler e mais estrada. Saímos no horário, na verdade no limite, já era umas 13:45 e percorrer 320km para chegar em Penedo não seria mole.

Até então tinhamos percorridos excelentes estradas e não foi diferente pelos 150km à frente, quando mesmo espero do meu lado o co-piloto hora quebrava o pescoço para um lado, ora para o outro, a comissária de bordo tentou escrever algumas linhas no diário de bordo, mas não passou de algumas linhas e eu resoluto, ora subindo serra, hora descendo, chegamos a mais de 700 m de altitude. Não medi com uma trenha, foi o GPS quem disse e nele eu "confio". Mais estrada, tudo tranquilo, pouco trânsito, só o de sempre mesmo, poucos atrasos, até que a BR-104 se sobrepõe à BR-101. Passada a entrada de Maceió começam as obras de recuperação da estrada, vários SIGA-PARE no caminho, filas de carros, caminhões, o cheio forte de hidrocarboneto e o pior, o tempo passando, o sol se pondo por entre às nuvens espessas no céu. Agradeci a Deus por ter evitado até então a BR-101 já que vocês podem imaginar como estaria a região de João Pessoa e Recife, era capaz de eu anoitecer em Maceió, sem ter curtido nada, se é que deu para curtir alguma coisa. To brincando, a experiência foi muito válida.

Com tantos atrasos e com as condições climáticas, à 70 km da entrada para Penedo/AL decidimos fazer uma modificação no roteiro, simplesmente cortamos a travessia pela balsa, já que a expectativa era de chegar por volta das 18:00 e não mais às 16:30 planejadas. O caminho pela ponte é 3 km mais curto, mas pelo menos 30 minutos mais rápido, já que não há balsa para esperar nem travessia para fazer. Mas não fiquem tristes, na volta tem balsa com certeza.

A partir daí começou o desespero e a vontede de chegar logo, de comer o asfalto, eu andava dois km e Aracajú se afastava mais um, eu já tava ficando chateado com isso, mais a frente, obras! Por sorte o pessoal não estava mais trabalhando e seguimos direto, mas com cuidado, é claro.

ARACAJÚ!! - Chegamos, dentro do previsto, 19:20 estávamos na frente da casa de Ana Maria esperando por ela! Sim, esperando por ela! Ouvi alguém falar GPS? Esse aí se revoltou com Fabiana que ficava só tirando com ele e nos levou diretamente ao destino, quando ele disse: "Você chegou ao seu ponto de destino" eu parei em frente a um prédio e perguntei ao porteiro o numeral dalí e este me respondeu sete meia, por um instante eu quis achar que tava faltando uma porque as meias sempre são vendidas aos pares e calçadas também, mas ele se referia ao núemro 76 da rua Firmino Fontes - Atalaia

Começamos a conversar, mas eu mandei parar tudo o que eu queria mesmo era chegar no hotel e tomar um belo banho para depois comer uma coisa bem deliciosa.

Sobre o jantar e as primeiras impressões da cidade eu falarei no próximo post.

quarta-feira, 21 de janeiro de 2009

All Set - Tudo definido

Retornando ao tema principal...

Depois de muito trabalho (do trabalho), algumas dúvidas, algumas coisas que surgiram e não existem mais, todo o roteiro está definido. Estava devendo o detalhamento da volta e como diriam os portugueses, cá está!

Já falei como será mais ou menos a volta de Aracaju até Macéio, saída às 10h30, travessia do Chico ao meio dia, por volta das 13h30 almoço em Piaçabuçu. Interessante como eu simpatizei com o nome dessa cidade, estou com boas espectativas, depois do bucho cheio é seguir se arrastando pelo litoral sul de águas azuis do estado do alagoas até que no final da tarde deveremos estar chegando no Ritz Coralli, by-night, curtir a cidade nos dias e noites seguintes, para na quinta-feira de manhã, antes das 10h00 estarmos partindo para Maragogi, onde atrações impressionantes nos aguardam, como piscinas naturais de águas cristalinas repletas de peixes domesticados, curioso não?!

A noitinha deveremos estar chegando em Porto de Galinhas, mas juro que não vamos atrás das galinhas, podem ficar tranquilas, o negócio é só o Porto mesmo heheheheeheh

Serão duas noites, depois do almoço do segundo dia, devagarinho vamos nos escorregando para João Pessoa, na rota traçada iremos passar em frente a praia de Tambaba... é essa mesmo, mas por falta de mulher não vamos pode conhecer. Queremos estar antes das 17h na Praia do Jacaré em João Pessoa para assitir ao Bolero de Ravel, comer uma saborosa tapioca rechada e em seguida voltar calmamente para casa, onda nossa mãe vai estar desesperada de saudades nos aguardando =p.

O próximo post agora só em Aracaju, na sexta a noite. Não coloquei fotos até agora porque não quero ferir os direitos autorais de ninguém, e depois as nossas fotos serão bem melhores, dois fotógrafos quase profissionais preparados para tirar umas 2000 fotos em apenas 9 dias. Aguardem cartas!

Airplot by Greenpeace

Em poucas palavras é seguinte:
O governo britânico está ampliando o aeroporto de Heathrow, com isso aumetará a quantidade de vôos, opss... não tem mais o circunflexo! Como eu ia dizendo, aumetará a quantidade de voos nesse aeroporto o que aumentará a emissão de gases causadores do efeito estufa impedindo que o país cumpra suas metas de controle de emissão, assim o que o Greenpeace com o apoio de outras celebridades fizeram? Compraram um pedaço de terra bem no meio de onde seria construída essa pista e estão aceitando pessoas para se tornarem beneficiárias desse terreno, isso não custa nada, mas qual a grande coisa nisso, para o governo britânico adquirir ou desapropriar essa terra ela tem que notificar todas os proprietários e beneficiários, ou seja, nós que nos inscrevemos. Como mais difícil de sermos encontrados melhor heheheheh

Veja a notícia em português.

domingo, 18 de janeiro de 2009

Aracajú - Maceió

Graças a Deus hoje o dia foi bem mais tranquilo, agora a pouco eu dei uma estudada no trecho Aracajú - Maceió, são apenas 260 km.
Estou pensando em sairmos na segunda-feira, dia 26 até às 11:00hs, pelo litoral seguir até Neópolis, passando por Barra dos Coqueiros e Pirambú. Estou estimando perder uma horinha na travessia da balsa para Penedo, de lá a gente segue para Piaçabuçu onde deveremos almoçar por volta das 13:30h. Quem sabe um peixinho frito com o pé na areia, ou não, essa cidade fica às margens do Rio São Francisco, depois de almorçarmos teremos mais uns 120km até Maceió por onde passaremos por muitas praias como a Praia do Feliz Deserto, Jeguiá da Praia, Praia do Gunga, Barra de São Miguel e Praia do Francês. Chegando no Ritz Coralli é baixar acampamento e descobrir as belezas de Maceió por dois dias, no terceiro seguiremos para Maragogi!
Aguarde novos detalhes!

Laerte Bruno

segunda-feira, 12 de janeiro de 2009

Roteiro de Ida Definido

Depois de muito quebrar a cabeça com o roteiro de viagem, utilizando ferramentas com o Google Earth, Google Maps, viajeaqui.com.br e o Guia de Estradas 2009 da Quatro Rodas, que meu irmão me deu de presente no meu aniversário, finalmente eu consegui detalhar o roteiro.

Então ficou mais ou menos assim:

Saindo de Natal às 05:30 da sexta-feira dia 23/01/2009 seguiremos para Parnamirim, Monte Alegre, Brejinho (Valeu Flavinha!!!), Santo Antônio e Passa e Fica. Depois de pouco mais de 100 km estaremos rompendo a fronteira do Rio Grande do Norte e de fato saindo de casa agora. Pegaremos o caminho das serras subindo em direção à Solânea, Remígio, Esperança e Campinha Grande, só espero que o clima na chapada da Borborema esteja agradável. Seguindo por Queimadas, Barra de Santana e Alcantil, depois daqui chega o momento em que você tem que decidir se vai pela esquerda, Taquaritinga do Norte que me lembra o educador, amigo e ex-sogro Roberto Menezes, mantendo-se pela BR-104 ou se escolho à direita e economizo mais de 10 km passando por Pão de Açúcar. Enfim, vou pelo Pão mesmo porque eu quero ver se nesse também há bondinho, Corcovado, Cristo Redentor e Tatiana.

Passada a encruzilhada mais uma barreira será rompida, agora a divisa entre os estados da Paraíba e Pernambuco se aproxima e não mais é possível se ver o Rio Grande do Norte no retrovisor. Nossa, como estou poético!

Toritama e Lajes se passarão e chegaremos a Caruaru/PE. O que estamos fazendo aqui? Negócios! Trouxe o maior comerciante aqui de casa para conhecer o maior mercado livre misturado com ebay do mundo, e aqui não tem nada de paypal é dinheiro vivo e cuidado com os moleques que eles são metidos a espertos.

Em algum momento será ou foi hora de abastecer, até aqui serão aproximadamente 390 km, se o tanque tiver sido abastecido com álcool haverá uma luzinha vermelha em forma de bomba de abastecimento piscando no painel.

Não demoremos muito por aqui, quero estar por volta das 16:00h na cidade histórica de Penedo-AL e para isso teremos mais 330 km para cruzar, uma serra para descer e mais uma fronteira para atravessar logo que passarmos pelos municípios de Agrestina, Curupira, Panelas, Quipapá... só um minuto, panelas e qui papa?? Crianças, vocês gostam de Papa?? Continuando: Tchau Pernambuco, nos veremos novamente em Porto de Galinhas. Em alagoas teremos União dos Palmares (me parece familiar esse nome), Muricí (parece nome de comida do Pará), Messias, São Miguel dos Campos Teotônio Vilela e Penedo! Quero tirar muitas fotos da cidade histórica, da travessia da balsa e do pôr-do-sol, é por isso que estou fazendo esse arrudeio todo.

Torcer para a balsa não adernar nem afundar e seguir agora no estado do Sergipe partindo de Neópolis, Japoatã, Estreito, Nossa Senhora do Socorro e por fim Aracajú! Torço par não pegar congestionamento na cidade. Espectativa de chegada é às 19:00h, se todos os meus cálculos estiverem corretos e nenhum imprevisto nos atrase.

Por último trago uma notícia, é provável que tenhamos companhia neste caminho, uma nobre amiga se candidatou a uma vaga para carona até Aracajú para rever uma amiga e outro nobre companheiro estava se programando para seguir o mesmo destino que nós, talvez essa viagem seja mais divertida do que eu esteja esperando.

Em breve detalhamento do roteiro de volta, tenho um detalhes a acertar antes, umas balsas a descobrir se existem e tudo mais.

sexta-feira, 9 de janeiro de 2009

Viagem à Vista!

Acabei de descobrir uma utilidade para esse blog!!

Como eu e meu irmão Victor estamos a pouco mais de um mês planejando uma viagem de - merecidas - férias eu acredito que este será um ótimo espaço para manter familiares e amigos a parte dessa resenha.

Quando? Para onde?

Aracajú, mas não será só isso, os planos são os seguintes: 
Partiremos de Natal no dia 23/01/2009, bem cedo, antes das 6h. Meu estimado irmão, bom comerciante que é quer conhecer a feira de Carauarú, assim a gente tira direto para lá, almoça pela região e seguir para Pênedo-AL, onde pegaremos uma balsa para atravessar o Rio São Francisco, alí espero tirar belas fotos do pôr-do-sol para mostrar à vocês.

Best Western Hotel da Costa será nosso destino em Aracajú, espero que o Hotel seja bom, porque preço e nome ele tem! =D
Três dias de muitos passeios...
Pelo litoral (asfalto, meu carro só tem tração nas rodas diânteiras) queremos chegar à Maceió, mais precisamente no Ritz Coralli, para mais três dias de curtição e vida mansa!
Maragogi-AL dizem que é um destino belíssimo, passeremos um dia por lá e dormiremos em Porto de Galinhas-PE, mais um dia e na noite do dia 30/01/2008 deveremos estar regressando.

É isso que estamos aprontando, aguarde novidades enquanto eu pago as reservas antes que o pessoal de Aracajú desista delas.