quarta-feira, 1 de julho de 2009

O início de uma nova era


Em janeiro de 2002 estava sendo divulgado o resultado do vestibular da UFRN daquele ano. Surpreendentemente, para alguns e para mim também, este autor teve seu nome listado para a turma do primeiro semestre do Curso de Enegenharia Mecânica, classificado em 2º lugar. Era o primeiro vestibular que prestava e ser aprovado logo no primeira tentativa foi motivo de alegria e orgulho para toda família e amigos.

As aulas iniciaram em maio deste mesmo ano, muitas novidades, muitas frustações, muitas decepções... a maior de todas foi descobrir que tudo que foi aprendido na escola não era bem verdade, a visão do nível superior é um pouco diferente, operações simples como somar e subtrair tinham uma roupagem diferente, agora se falava em limites, derivadas e integrais, operações matemáticas que até então pareciam ser coisas de outro mundo, mas e a física, tão querida? As fórmulas mudaram de variáveis, aquele sorvete não era mais tão doce, junto com as novas operações matemáticas mostraram que a natureza não era tão simples de ser modelada matematicamente. Geometria Descritiva que o diga, a primeira reprovação foi uma lição e tanto, não era mais possível levar os estudos como nos tempos do Ensino Médio, era necessário estudar, buscar o professor para tirar dúvidas, sacrificar alguns finais de semana e por aí vai.

Superado os primeiros desafios, tudo caiu numa rotina suportável, a vida se tornou corrida com as demandas domésticas e principalmente os trabalhos da AVS, todos conciliados com os horários da faculdade, até o ponto que se tornou inviável. Cheguei a conclusão que os estudos me trariam um futuro mais próspero, e até hoje espero ainda não estar errado.

Numa sexta-feira de junho de 2004 eu escrevi para o Capitão Gurgel pedindo para sair, queria me concentrar nos estudos.

Por ironia do destino, três meses antes eu tinha prestado um concurso para a Petrobras, para o cargo de Operador, pois era o único cargo que não exigia formação técnica, assim, na segunda-feira, logo após ter sido destituído do cargo de Diretor Financeiro da AVS, durante uma aula de Estatística Aplicada, em meio a um monte de dados de amostragens e curvas de distribuição normal, o colega Danyel Homem, perguntava se eu sabia algo sobre o referido concurso, a resposta foi negativa, já que eu acreditva não ter sido aprovado. Foi quando ele me mostrou a lista de aprovados e lá constava meu nome, número de inscrição, pontuação e um número 20 que eu julgava ser a classificação. Mas até então, no edital só mencionava uma vaga.

Na hora do almoço eu comentei o ocorrido com minha mãe e esta se encheu de esperança. A tarde voltei para a aula e a noite, quando regressei para casa, havia uns 3 telegramas da Petrobras me convocando a comparecer à sua sede, com um monte de documentos e tudo mais...

Esse foi o início de um período bastante complicado na minha vida acadêmica. De cara eu perdi o semestre que estava cursando, pois tranquei tudo até que meu destino se definisse. Passei o segundo semestre de 2004 frequentando o curso de formação e de alguma maneira concialiando o horário de duas disciplinas, heróicamente consegui passar. Fato que não veio a se repetir nos semestre seguintes, iniciaram-se as rotinas de embarques e nas folgas eu só queria descansar e me divertir, assim uma série de reprovações se sucederam. Somado a isso não pude contar com a compreensão de alguns professores, especialmente a professora de Resistência dos Materiais II. Mas por um lado isso foi bom, eu provei a ela que poderia transpor essa enorme dificuldade e depois de um trancamento e duas reprovações por falta e percorrendo milhares de quilômetros, isso mesmo, tinha semana de embarque em que trabalhava a noite, durante o dia eu voltava três vezes a Natal para não perder suas aulas e provas, sempre com sono e dormindo quase nada. Lembro do quanto Clóvis admirava a minha força de vontade e determinação. Ao final consegui, e com fôlego renovado segui em frente com a universidade. As dificuldade não diminuíram, mas de alguma maneira eu ia levando a universidade, sozinho, sem amigos e colegas com quem pudesse contar para formar um grupo para fazer os trabalhos.

No final de 2007, passagens para os Estados Unidos compradas, o professor de Elementos de Máquinas I optou por adiar a apresentação dos projetos, desse modo eu fiquei impossibilitado de fazê-lo e na data que ele escolheu eu estaria a 8000 milhas da universidade. Mas valeu a pena, tirei férias de verdade e trouxe na bagagem uma coisa muito interessante que aprendi com Demetrius: "New Years Eve Resolution". Algo como resolução de ano novo. Simplestemente eu traçei um obejtivo e tinha até o final do ano para alcança-lo. Simples assim. E o que eu prometi a mim mesmo? Concluir a universidade o mais rápido possível. E quando eu digo uma coisa...

No primeiro semestre de 2008 me matriculei em 7 disciplinas, todas que eram possíveis e permitidas, resultado: Aprovado em todas, 4 delas por média. Aquilo era fantástico, pois sozinho eu tinha conseguido tudo isso, sem sequer desembarcar uma vez sequer. Até ali eu vinha me matriculando em 3 a 5 disciplinas por semestre e sem o rendimento esperado. A partir daí eu passei a ser visto com outros olhos, e não mais aquele "playboyzinho" que vivia faltando aula. Minhas notas estavam sempre entre as melhores da sala.

Veio o segundo semestre e com ânimo renovado com os resultados do semestre anterior eu me matriculei em 8 disciplinas, infelizmente não era o suficiente para concluir o curso, mas me deixaria a um semestre disso. Nesse semestre descobri novos amigos, as pessoas já me procuravam para formar grupos, foi um semestre letivo muito especial. Uma experiência acadêmica diferente, ir a aula passou a me dar prazer.

Lembro-me quando Leonardo perguntava se eu não tinha amigos na universidade... até então eu não tinha. Mas finalmente consegui conquistar amigos na universidade, e esses com certeza chegaram na hora certa, são verdadeiros e certamente serão meus amigos por muito tempo.

Com o início do último semestre letivo, em fevereiro último, veio aquela ansiedade. Será que vai dar certo, rapidamente se formou a comissão de formatura, veio a assintura do contrato. Nem acretiva que estava vivendo aquele momento, eu era agora formando, tinha uma festa para pagar, uma lista de convidados para fazer; parece que naquele túnel escuro agora se podia ver uma luz.

Nesse momento estou a duas provas de ficar de férias para sempre, mas estou tão entusiasmado que posso dizer que o sucesso nelas é inevitável. A imagem acima é a capa do nosso convite que recebi a poucos dias para verificação e aprovação, mesmo não estando muito bonito nas fotos eu fiquei muito emocionado.

Por fim, eu gostaria de afirmar que ficaria muito feliz se pudesse receber os cumprimentos de todas as pessoas que passaram pela minha vida na noite do dia 27 de agosto no auditório da Reitoria da UFRN, data da colação de grau. Início de uma nova era em minha vida.

terça-feira, 9 de junho de 2009

Olá caros amigos, só agora me dei conta do quando estou atrasado e em falta com este blog, tem terminei de contar o final da viagem de Goiânia, eu tinha até escrito uma postagem enorme sobre as Goiânas interesseiras, mas por equívico digitei o endereço errado e esse não chegou, depois que voltei de lá a correria foi tão grande que não tive tempo para muita coisa, a correria com os últimos dias da universidade estão acabando comigo, mas vai dar tudo certo, na pior das hipóteses alguma coisa pode dar errado, eu posso perder uma boa grana e ganhar uma mega frstação, mas vamos pensar positivo. Tenho uma coisa legal para comentar com vocês: Hoje a tarde, assistindo ao Globo News, passou uma resportagem sobre a Comunidade Mundial Grid. O que é isso? Em poucas palavras eu diria que é você emprestar o seu computador para a comunidade de pesquisa internacional para usar sua capacidade de processamento para realizar cálculos muito grande que seriam impossíveis de fazer num único computador, por melhor que fosse. Eles falam em 200, 1000 até 3000 anos de processamento, o que é bastante reduzido quando temos vários computadores trabalhando juntos. Como funciona? Você se cadastra no site (é só clicar na imagem), depois baixa um programa, não vi detalhes de funciomanento e configuração por que estou no trabalho e só vou poder ver isso direitinho quarta-feira, mas daí, com o programa instalado esse não interfere nas rotinas normais, nem vai lhe encomodar, ocupando seu computador quando vocês super ocupado fazer aquele projeto no AutoCAD, ou uma arte no Corel ou modelando mulher dos seus sonhos no Photoshop. A promessa que é que programinha só usa a capacidade ociosa do computador. Eu, que sempre deixo meu computador ligado, vou poder contribuir bastante. Na reportagem eles entrem em mais detalhes, citam a Fundação Oswaldo Cruz que utilizam esse ferramenta em suas pesquisas para desenvolver medicamentos. Enfim, eu acho que é uma forma bem interessante de ajudar a humanidade, já que os resultados dessas pesquisas serão revertidos para toda a população, assim convido vocês a convidar da comunidade também.

sexta-feira, 15 de maio de 2009

Divina Pizzaria



Estamos reunidos na pizzaria que da título a este post. Vocês não tem ideia de como é complicado escolher uma pizza para jantar. Primeiro Pedro sugere uma Califórnia (peru, pessego, abacaxi, ameixa e catupiry).
- Você é gay é? O próprio nos perguntando sobre sua masculinidade.
Para não ficar por baixo Sócrates aponta para uma de Berinjela.
Eu entendo que era para fazer um pedido exótico sugeri Vegetariana.
Assim começou a discussão a repespeito das azeitonas. Pedro quis elimina-las, mas eu não abri mão e a confusão seguiu até que Sócrates interrompeu de forma inusitada, achando que solucionaria o impasse, dizendo ao garçom em alto e bom som:
- FAIZ FAVORRRRRRR, EU QUERO UM SUCO DE POLPA DE TAMARINDO.
Pedro se assunta dizendo:
- É o fresco é?!
Aproveitando o ensejo, em meio a muitas gargalhadas eu pedi ao garçom um suco de Cu... puaçu!
Com licença, a pizza chegou!

P.s.: A primeira foto mostra por onde foi enviada a postagem, as fotos eu coloquei depois, na edição do tópico.

Alô Goiáaaaasssss

Bem amigos do Blogspot, como ninguém quis saber como terminou São Paulo, nem nenhuma outra resenha como a pedalada em que fui bêbado um sábado desses. Inclusive hoje eu sonhei com Max me dando bronca porque eu ficava atrasando a pedalada, que tinha que treinar mais e num sei o que mais lá, mas aí eu acordei.

Vamos ao que interessa! Depois de muita expectativas, planos, ligações, chegamos à Goiânia, claro que eu poderia não ter esquecido a minha mochila dentro do carro e ter feito meu irmão voltar de casa até o aeroporto e quase perder o bendido avião chique da Gol. Dessa parte Victor iria adorar, parecia com o da Copa Air, só que Airbus 321 e bem novinho; só que telinhas, fones de ouvido e sem Kusher Meal, dessa vez erra torrada com polenguinho e Cookie.

Andamos muito dentro do aeroporto de Guarulhos até encontrarmos com Pedro e partir de então começam as resenhas e brincadeiras.

Quando chegamos desembarcamos no modesto aeroporto GYN uma multidão nos aguardava. Eu digo nos aguardava porque o avião tava lotado. Rapidinho peguei minha malinha e fui adiantar a locação do carro.

Imagine o que seria de nós sem o GPS nessa cidade onde as ruas não tem nomes, são batizadas por números, agora imagine que esses números fossem João e Maria, isso mesmo, mesmo com esse sistema numérico, as ruas ainda repetem o número. É coisa para doido, mas a gente tá se saindo muito bem.

- Pedro, sabe dizer se tem Outback aqui em Goiânia?
- Tem não.
- Ahh, que pena!

Depois de muitos rodeios, chegando ao Shopping Flamboyants eis que surgem a placa do bendito Outback... que almoço, que batata, que costelas, que chopp... para quem ainda tava na torradinha do avião fui da terra ao paraíso em instantes.

Impressões: Os goianos são muito gentis e simpáticos, é impressionante como nos recebem e nos tratam bem e são solícitos e atenciosos.

Eu por acaso já disse que não volto mais para casa?

De tarde descansamos, estávamos virados do dia anterior, e o meu não tinha sido nada light.
A noite fomos atrás de algum lugar para jantar, nada muito sofisticado, acabamos parando no Shopping Boa Vista, onde tem o Café Cancun, mas ficamos na chopperia do lado, fazendo hora para ir para a Pecuária.

Tulipas finas e delicadas chamaram a atenção de Sócrates que questionou se eram de vidro, com a resposta positiva este realizou um ensaio de compressão ultrapassando o limite de ruptura do material. Resultado: banho de chopp!

- Garçon, traga outro por favor para o nosso Wolverine.

Se andar em Goiânia é difícil de dia que dizer da noite, ainda mais com dois navegadores da maior estirpe? Conseguimos chegar na Pecuária, claro!

Não sei nem o que dizer, nem como começar a descrever, mas é impressionante a quantidade de moças belas dessa cidade, e nessa festa então, todas muito bem produzidas esbanjando sex appeal. E os matutos que se acham da cidade lá, vesgos sem saber para onde olhar, mas nos comportamos bem.

Disseram que as mulheres de Goiânia não prestam, dão em cima dos homens e outro monte de coisas desse tipo. Acho que é despeito, mas pode mandar lá para casa essas que não prestam que eu ajeito. Aproveito para disseminar esse gene de beleza lá em Natal e quem sabe as mocinhas de lá baixem mais a bola.

A boate foi um negócio fenomenal, tocou muita música sertaneja, alguns forrós até conhecido, música country americana, depois o batidão, mas voltando pro sertanejo, to moquinho até agora!

Para fechar a noite, um Pit Dog!!

Agora é hora de escolher um lugar para almoçar porque o café-da-manhã só foi servido até as dez horas.

quinta-feira, 23 de abril de 2009

Sábado de Aleluia

Poxa, a correria tá grande, ainda não pude terminar de contar minha história...
No sábado, depois de um dia e uma noite longuíssimas não poderia esperar muita coisa, acordamos depois do meio dia, almoçamos pela Paulista, demos uma olhada na Internet e voltamos para casa, tocar um pouco de violão, relaxar um pouco, afinal de contas a batida da noite seria seca.

Vila Madalena: imagine a Rua do Salsa em seu auge, ou a Rua Chile com seus barzinhos, agora eleve o nível social e cultural a enésima potência. Na verdade, acho que nada em Natal se compara, somos muito acanhados nesse aspecto. Mas o fato é que são inúmeros bares, um do lado do outro, cada um com sua música ao vivo, no estilo que você quiser escolher, gente bonita por todo lado, leia-se mulheres lindas, não lembro de ter visto homens...

Pedro relutou um pouco em ir ao Pero Vaz, dai fomos noutro bar onde uma bandinha de Sampa Rock estava dando seu intervalo rsrsrs, tive que aguardar um pouco até eles voltarem, mas ficamos lá até o final. É um estilo gostoso de ouvir, a cara dos paulistanos, a banda extremamente competente, com muitos anos de estrada, se não me falha a memória se chamavam Banda RED.

Alí terminou cedo e invariavelmente tinhamos que ir para o Pero Vaz e lá ficar até a vassoura nos varrer porta afora. De cara o balcão foi nossa opção, nos agarramos com nossas cervejas e ficamos pertinho ali do cantor enquanto Pedro negociava o momento em que daria sua palhinha. Foi bem legal! Depois disso, nos sentamos na mesa de duas garotas muito simpáticas. Gastamos toda a nossa lábia, mas acabamos no empate sem gols.

Um pouco antes eu descobri também que São Paulo é tão pequena quanto Natal! Na quinta-feira eu conheci uma garota, na verdade uma amiga virtual, que agora foi promovida a amiga real. Quando eu cheguei no bar eu reconheci um rostinho na multidão, era a melhor amiga dela, os seus olhos me seguiam como se ela me conhecesse de algum lugar, mas me contive, poderia ser engano, até que eis que essa minha amiga aparece acompanhado do namorado, passa do meu lado - se eu dissesse que ela pisou no meu pé não seria mentira - mas ela jura que não me viu, alias, ela jura que não foi ali naquele dia. Porque? Eu e Pedro continuamos sem entender... Deixa para lá, o papo com as meninas estava muito legal para eu me preocupar com mulher que tem namorado.

Chamamos o nosso motorista e voltamos para casa.

sábado, 11 de abril de 2009

Sexta da Paixão



Hoje não estou com muita disposição para escrever, todo doido é para sair dessa lan house e passear mais um pouco, ver vitrines, acho que estou com vontade de gastar mais dinheiro, dinheiro que eu não tenho, uma rápida visita aos bancos aqui na intenet não me trouxeram boas notícias. Mas como aprendi uma vez, quem converte não se diverte.

E por falar em diversão, ontem passamos o dia no Hopi Hari!! Muito legalzinho o parque, uma verdadeira cópia (não no sentido pejorativo) dos parque de Orlando, muitos brinquedos legais, atrações interessantes, shows em horários marcados, enfim não deixa a desejar em nada. E o preço? Nossa, tava muito barato em relação os semelhantes americanos. Acho que quem não pode ir para o exterior se satisfará sem ressentimentos alí. Dessa vez tiramos muitas fotos! Só que a camera ficou em casa, quando eu voltar para Natal eu coloco no Orkut, ou até aqui mesmo.

A noite, embora muito cansado, ainda saímos. Conheci uma garota super legal, Adorei Ela, Luciana Saraiva. Juntos fomos ao Boteco São Bento, muito legalzinho, parece que apareceu até um BBB desses aí por lá, mas não me dei o trabalho de torcer o pescoço para ver quem era, afinal eu não o reconheceria, esse ano eu não vi um dia sequer desse programa.

De lá, já calibrados, muitos chopps, rodamos pela cidade inteira em busca de uma baladinha, acabamos chegando no Aloha, tava tocando um pagode, misturando com axé, com músicas da época do Mon Jadin aí de Natal. Uma jovem se interessou por Pedro, muito embriagada a pobre estava, não tinha condições foi muito engraçado!!

Depois de repor as energias numa padaria que não me recordo o nome, viemos para casa, perto das 6h descansar um pouco.

quinta-feira, 9 de abril de 2009

Dia longo!

Sabe aquele dia quando tudo dá certo? Acho que hoje foi um dia assim, claro que até a hora que eu proferi essas palavras. Logo em seguida eu derramei refrigerante de cola na minha camisa branca. Nem dá pra notar muito, mas criança quando vai no McDonald's é assim mesmo.

Advinha o nome da a música: "I have walked / on the streets / I call home (...)". Minha nossa, como eu andei hoje! Depois de dar um cheiro gostoso na minha tia, tomar café com ela, fui deixado na estação do metrô para ir, advinha para onde! Paraíso, legal não é esse nome? Não esperava chegar tão cedo ao Paraíso. Lá eu encontrei meu amigo Pedro Luccas, e assim pude cumprir a missão da viagem. Pronto era só isso, vou voltar para casa!

Que nada, eu quero é muito mais disso tudo. Depois que deixamos a malinha na casa dele, às margens da Av. Paulista ele me levou para um City Walk... como minhas pernas doem. Vimos muitas coisas, rimos de muitas coisas. Vitão, você precisa ver o preço dos artigos eletrônicos! Na hora do almoço fomos nos encontrar com minha amiguinha virtual Tallita, que agora não é mais virtual. Almoçamos juntos no Shopping Papel Higienópolis - desculpa, não resisti à piadinha infame - e de lá, sequimos nossa caminhada, uma taxizinho para chegarmos mais no centro. Galeria do Rock!! Muita coisa legal!! A a cidade, claro. Tem uma arquitetura muito bonita que mescla edifícios antigos cheios de charme com edifícios ultra modernos com todo o seu estilo. Se você quer andar por uma cidade, São Paulo é um bom lugar, mas realmente o carro não seria uma boa idéia, o sistema de transporte coletivo é bastante eficiente, principalmente o metro. É a solução dessa cidade. Bem que precisamos de algo desse tipo em Natal, nossas ruas estão ficando saturadas de carros, ônibus, van e motos, todos querendo disputar um espaço, chegar a frente dos demais. Tá ficando caótico.

Nessas caminhadas chegamos à Teodoro, o playground dos músicos, várias lojas de instrumentos musicais e stúdios. Aqui foi o lugar da minha primeira grande estripúlia. Se eu não consigo melhorar como músico, talvez seja a hora de melhorar o instrumento. Namorei, namorei, e acabei casando com um belo instrumento, acredito ter feito um excelente negócio! Deus proverá! auhauhauahuha

De volta em casa, uma pequena cochilada porque a noite será longa também, aqui a cidade não para e eu que estou ligado desde às 13h da terça-feira, não pararia agora, não é?

Fotos? Pois é, gosto muito da minha câmera e ela me pareceu um pouco enfada da viagem, preferi deixá-la em casa na caminha. Vou ver a qualidade do trabalho do meu telefone agora.

Bem, não vamos ver, acabei de estragar meu cartão de memória, quando fui colocá-lo no leitor... Empty - Vazio, não tinha nada! É bom que eu aprendo que nem tudo é plug & play como eu penso. =[